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RESSONÂNCIA MAGNÉTICA DE CAMPO ABERTO

Estima-se que cerca de 10% dos pacientes não realizam o exame de ressonância magnética por problemas de claustrofobia.

Para a realização deste exame, o paciente necessita permanecer dentro do equipamento por até 30 minutos.

Na maioria dos equipamentos o paciente fica deitado e imóvel dentro de um túnel muito estreito e fechado, gerando ansiedade, com dificuldades na realização do exame.

Movimentações do paciente durante a realização do exame levam a distorções de imagens, diminuindo a qualidade do material a ser avaliado.

Foi pensando nisto que a MEDSCAN investiu no que hoje existe de melhor em ressonância magnética de campo aberto.

Nosso equipamento tem um magneto principal de 0,36 T, sendo considerado de médio campo e o mais potente magneto permanente do mercado, com demais hardwares e softwares de última geração.

Por ser um equipamento de campo aberto, nossos exames podem ser realizados com acompanhantes ao lado do paciente, diminuindo significativamente a ansiedade do mesmo; e associado a isto, a MEDSCAN investiu em um ambiente agradável, com muito conforto, proporcionando assim, um exame rápido, com grande tranqüilidade e melhor definição.

Além da vantagem de nosso equipamento ser de campo aberto, temos várias outras vantagens técnicas em relação aos equipamentos de alto campo :

  • Artefatos por movimentos do paciente, artefatos de fluxo sanguíneo e artefatos de susceptibilidade magnética são menores nos equipamentos de campos mais baixos.

  • O tempo de relaxamento longitudinal (T1) é diretamente proporcional ao campo magnético, sendo menores nos magnetos de campos mais baixos. Em muitos tecidos, o T1 aproximadamente dobra de valor entre 0,15 e 1,5 T. Para obter o mesmo grau de ponderação T1, os equipamentos de campos mais baixos requerem menos tempo na aquisição de imagem em comparação com os de alto campo.

  • A força do gradiente necessário é proporcional ao campo magnético. Campos magnéticos mais baixos permitem gradientes menos potentes. Como resultado, podemos estreitar a largura da banda de recepção, com concomitante aumento na relação sinal-ruído. Alternativamente, se gradientes mais potentes forem usados, consegue-se cortes mais finos e com campo de visão menores quando comparado com gradientes semelhantes em magnetos de alto campo.

  • As linhas de força do magneto de campos mais baixos são menores em torno do mesmo, permitindo melhores disponibilidades de acomodações em salas menores e homogeneização do magneto com maior facilidade. Riscos de acidentes por projéteis metálicos no paciente e no pessoal de apoio diminuem. Equipamentos de monitoração e de anestesia podem chegar bem próximo do magneto.

  • Nosso magneto permanente de médio campo apresenta o seu campo magnético principal orientado no sentido vertical, sendo uma configuração que oferece a vantagem da utilização de bobinas solenóides (antenas de captação de sinal do paciente), com aumento de cerca de 40% no sinal detectado para a formação de imagem.

Mais da metade do mercado americano já utiliza equipamentos de ressonância magnética de campo aberto, sendo o mesmo já consagrado na realização destes exames. Com novas tecnologias de hardware e software, a qualidade de imagem destes novos equipamentos melhoraram sensivelmente nos últimos anos, igualando-se em qualidade de imagem com os equipamentos de alto campo. Os equipamentos de alto campo ficaram restritos para raras aplicações, servindo na verdade para complementos de estudos avaliados inicialmente com os outros equipamentos.

Os exames de ressonância magnética vêm se popularizando, sendo a cada dia mais freqüente a solicitação dos mesmos. Investindo nesta tecnologia, a MEDSCAN tem a certeza que oferece o que há de melhor em diagnóstico de imagem, reunindo tecnologia de ponta e atendimento personalizado.

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